|
Sociabilidade em rede - Autor: Fabiano Viana de Oliveira
O objetivo desse trabalho é estabelecer uma compreensão do tipo de sociabilidade que se dá em grupos formados a partir do espaço da Internet, comparando-se ainda esta sociabilidade com outras formas coexistentes na atualidade. Cuja relevância se torna explícita pela natureza contemporânea desse tipo de
formação coletiva, que faz parte, inegavelmente, de nosso cotidiano, e por isso deve ser conhecida e compreendida em seu contexto e interioridade.
A hipótese central que leva este empreendimento é que grupos formados a partir da Internet têm características próprias e específicas, particularidades relativas tanto a sua origem particular (no espaço da Internet) quanto ao seu desenvolvimento específico, com pessoas de um certo contexto; neste caso o esforço descritivo deverá ser mais importante que o comparativo, mas sem se ignorar a integração
particular destes grupos com um contexto maior de outras formações coletivas e também de diversidade cultural... Leia na íntegra: Tema do mês de maio de 2006 na RITS - Rede de Informações para o Terceiro Setor
Governança de redes interorganizacionais no terceiro setor - Autora: Queila Regina Souza
De acordo com CASTELLS (1999), funções e processos dominantes na atual era da informação estão cada vez mais organizados em torno de redes. De acordo com o autor da trilogia “A era da informação, economia, sociedade e cultura”, somos uma sociedade em que o poder dos fluxos é mais importante que os fluxos do
poder. Neste tipo de estrutura social, a velocidade das transformações facilita processos de inovação e possibilita que empresas e indivíduos atinjam altos níveis de sinergia e flexibilidade... Leia na íntegra: Tema do mês de abril 2006 na RITS - Rede de Informações para o Terceiro Setor
Produção compartilhada e socialização do conhecimento em rede - Autora: Sonia Aguiar
As mudanças significativas de comportamento coletivo observáveis nas sociedades contemporâneas a partir dos anos de 1980 e o propalado impacto sociocultural, econômico e político da Internet, a partir da década de 1990, têm gerado uma profusão de ensaios e pesquisas de campo centrados nas
"redes". Dessa literatura emerge uma diversidade de expressões cuja significação nem sempre é explicitada:
|
redes sociais
|
redes pessoais
|
redes cotidianas
|
|
redes cognitivas
|
redes organizativas
|
redes urbanas
|
|
redes sociocognitivas
|
redes de controle social
|
redes comunitárias
|
|
redes sociotécnicas
|
redes de cooperação
|
redes regionais
|
|
redes corporativas
|
redes de pesquisa
|
redes nacionais
|
|
redes culturais
|
redes de negócios
|
redes supralocais
|
|
Outro problema dessa literatura é que ela "ignora" (no sentido de considerar sabido ou desnecessário) todo o passado da teoria analítica das redes sociais, embora incorpore (ainda que subvertidamente) vários de seus elementos de análise. As críticas ficam, assim, subjacentes, quando se defende uma
abordagem metodológica mais complexa, como faz Villasante (2002). De forma resumida, este texto reconstitui essa trajetória teórica e metodológica, procurando situar o ponto de virada paradigmática para o quadro atual...
Leia na íntegra: Tema do mês de março 2006 da RITS - Rede de Informações para o Terceiro Setor
Algumas palavras sobre redes
Por Cássio Martinho, jornalista e consultor que traça um panorama do que caracteriza uma rede social, como são suas relações e peculiaridades. Para ele, as redes traduzem, na forma de desenho organizacional, uma política de emancipação. "Não pode haver distinção entre os fins dessa política e os meios de empreendê-la",
afirma.... Leia na íntegra: Tema do mês de fevereiro 2006 da RITS - Rede de Informações para o Terceiro Setor
A Consistência das Redes Solidárias - Autor: Euclides André
O objetivo deste texto é tratar, sob alguns aspectos, dos fundamentos teóricos e políticos das redes solidárias. De início cabe salientar que os fundamentos teóricos de práticas sociais não se confundem com o paradigma desde o qual são considerados. Em rigor tais fundamentos resultam de uma organização mais abstrata e coerente da teoria inerente à própria práxis. Essa teoria,
por sua vez, é constantemente reelaborada, especialmente no que se refere à sua efetividade prática, conferindo à práxis sentido e direção, embora possa comportar equívocos e fragilidades...Leia na íntegra: Tema do mês de janeiro de 2006 na RITS - Rede de Informações para o Terceiro Setor
O indivíduo e a rede - Autores: Gislene Rodrigues e Carlos Antônio
Louis Dumont coloca em questão a concepção de indivíduo e sociedade tal como ela é determinada pela sociedade moderna ocidental. Esta concebe o indivíduo como um ente independente, com uma existência ontológica. A sociedade seria o meio onde esses indivíduos se organizam e vivem. Dessa forma se coloca o indivíduo numa posição anterior
às relações sociais e culturais. Daí nascem as idéias de igualdade e liberdade, difundidas e instituídas na sociedade moderna como a legítima e única forma de realização do indivíduo na sociedade. A idéia de hierarquia, de castas, passa então a ser repudiada e renegada como um mal, uma anomalia social ou qualquer outro adjetivo que expresse um sentimento de aversão. E, é em geral, dessa forma que
é visto o sistema de castas na Índia...
Leia na íntegra: Tema do mês de dezembro de 2005 na RITS - Rede de Informações para o Terceiro Setor
Construção de redes - um processo educativo em comunidades - Autora: Gislene Rodrigues
As discussões em torno da temática de redes têm sido bastante difundidas e profícuas para o aperfeiçoamento de seus debatedores acadêmicos e articuladores práticos. Mas em que medida essa discussão pode ser estendida de forma didática à população leiga no assunto, imersa nos afazeres cotidianos
de sua vida privada? Será importante levar a perspectiva de redes para esses indivíduos?
Em primeiro lugar, ninguém está imerso exclusivamente no âmbito de sua vida privada. Todos os que vivem em sociedade estão, de alguma forma, fazendo parte de um espaço público, de uma relação, de uma rede. Ter consciência disso é um passo em direção à cidadania inquieta, à possibilidade de escolha entre contribuir mais ativamente para o desenvolvimento da comunidade ou não, entre ter um
comportamento responsável ou irresponsável diante da coletividade e da perspectiva das diversas sustentabilidades (1). Entender que vivemos e construímos nossa sociedade em rede é o típico exemplo de um conhecimento que gera poder - o poder da escolha e da transformação. ...Leia na íntegra: Tema do mês de Maio/2005 na RITS - Rede de
Informações para o Terceiro Setor
O potencial das redes organizacionais no terceiro setor
A economia ocidental tem passado, nas últimas décadas, por transformações que trazem novos arranjos organizacionais. Uma das conseqüências deste processo é a ampliação das redes, tanto de grandes quanto de pequenas empresas, trazendo profundos impactos para a organização do trabalho. Paralelamente, assiste-se ao crescimento das instituições privadas sem fins
lucrativos, o chamado “terceiro setor”. Seguindo as tendências do mercado, também as organizações do terceiro setor têm se articulado em redes. O objetivo deste trabalho é estudar como a articulação em redes pode beneficiar as organizações do terceiro setor, fortalecendo-as institucionalmente, otimizando a utilização de seus recursos e aumentando sua competitividade através de uma gestão mais
eficiente... por Cristiano Rocha Heckert* e Márcia Terra da Silva** Leia na íntegra (extraído da Revista IntegrAção - FGV-SP)
|